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Dênis Silva, Advogado
Dênis Silva
Comentário · há 4 anos
De fato, existem crimes em que todas as pessoas capacitadas, sem exceção, estão sujeitas a cometer. Ao pensarmos, por exemplo, no homicida, os bons cidadãos jamais iriam matar o próximo pelo simples prazer de ver o sangue jorrar. Entretanto, existem circunstâncias que podem justificar um homicídio - doloso, diga-se de passagem - até mesmo por aquelas pessoas corretas, honestas, e todos os predicados que lhes são aplicáveis. Exemplo clássico é para defender aquela criança, aquele familiar, que está sendo vítima de um crime grave, tal qual o estupro. É evidente que o correto seria manter a serenidade, imobilizar o estuprador, acionar a Polícia e fazer o flagrante, mas.... no papel é mais fácil! Ok, falaremos do estuprador! Bandido? Depende. Aquele que age com violência ou ameaça contra a vítima, sem dúvidas, merece a condenação. Mas e quando estamos diante do estupro de vulnerável? Mais grave, há que se concordar, isso porque aqui a vítima, ou é menor de 14 anos, ou não pode se defender por enfermidade ou qualquer outra circunstância, ou ambas as situações. Entretanto, conheço inúmeros casos de moças que, apesar da pouca idade (menores de 14 anos), possuem atributos condizentes com uma moça de 20, 21, e por aí vai. Tais moças vão pra balada onde o pessoal da portaria, ao invés de exigir-lhes os documentos pessoais, permitem a entrada para angariar um público masculino em maior quantidade. Na balada, longe dos olhos dos pais irresponsáveis (do contrário não estariam ali), seduzem e atraem homens que lhes agradam aos olhos para manter relação sexual consentida. Ao ser flagrado, será preso, processado e condenado pelo crime de estupro de vulnerável! É certo que em tal caso é possível pleitear o reconhecimento da relativização da vulnerabilidade, entretanto, tal recurso não está consolidado nos Tribunais, de forma que poderá, ou não, ser aplicado. Na pior hipótese, será um estuprador (perante a sociedade e perante o Judiciário) e, portanto, um "bandido". Assim, é claro que deve-se ter um mínimo de cuidado ao taxar os outros de bandido. Por outro lado, existem aqueles que realmente são bandidos e assim devem ser taxados e tratados. São aqueles que, voluntariamente, optam por seguir o mundo do crime, comercializando drogas e integrando grupos criminosos. E não são poucos os casos em que esses bandidos (e aqui, sim, são eles diferentes de nós, porque nós, pessoas de bens, não coadunamos com essas condutas criminosas) possuem a opção de seguir uma vida decente, de verdadeiros cidadãos, ou optarem pelo mundo do crime e, por mera bandidagem, optam pela segunda opção. Portanto, existem "bandidos" que são assim taxados por uma conduta errada e mau pensada, e existem bandidos que são assim taxados porque são bandidos mesmo e fazem jus ao título depreciativo que ostentam.
Mano Mano, Garçom
Mano Mano
Comentário · há 4 anos
Garantista! Tem gente que tem vocação para cuidar de bandido, vagabundo e delinquente. Tá o Rio de Janeiro do jeito que está. Ninguém mais tem garantia de nada, Só vagabundo tem direito. Policial morre todo dia, quem defende o Policial. Policial que morre no Rio de Janeiro vira estatística. Criança é baleada,, digo baleada na barriga da mãe como em Duque de Caxias,, virá estatística. Mulher, é estuprada virá estatística e por aí afora quem acompanha o minimo de notícia ou mora no Rio sabe do que estou falando do inferno que isto aqui virou, exatamente, por pensamentos como o relatado aqui. O direito de opinar, manifestar-se é livre nos padrões legais, constitucionais. Agora quando bandido, traficante, delinquente, marginal, dá de cara com a sorte e morre. A globo, os defensores dos direitos humanos e advogados envolvidos com facções encontra voz para dizer que foi covardia e tudo mais. Não coaduno do pensamento que acolher o bandido o torne anjo. Anjo da desgraça e da destruição de uma família aí sim, concordo. Deve o marginal, porque a margem da lei, porque é delinquente sim, porque mata, estupra, rouba, furta muitos condenados e que se vangloriam de matar policiais, e cidadãos, crianças e muito que cruelmente estão ganhando espaço numa sociedade que se acovardou diante desta corja de de demônios. Muito legal teorizar! Bacana, mas peço que visitem os hospitais do Rio de Janeiro, as delegacias e serviços públicos. Tem um desembargador no Rio de Janeiro, que pe garantista, ok. Tudo certo. Pensa ele como quiser. Mas vejam só! Este Sr. Colocou na Rua os marginais que invadiram e barbarizaram roubaram com fuzis . Antes a policia prendeu todos. Onde até o tal 157 e seus amiguinhos estavam. Garantista colocou os marginais na rua alegando que policiais não foram as audiências e esgotou o prazo para manter preso. O policial do Rio de JANEIRO não é Robocop e nem figura de aplicativo. Aqui morre mesmo. O interessante é que pensam para proteger o VAGABUNDO, CONDEDEM HC E TUDO MAIS, PEDEM DESCULPAS PELAS CONDIÇÕES DA CADEIA, MAS NÃO PROTEGEM A SOCIEDADE. RESULTADO, ROCINHA SEMPRE ROCINHA, SOMOS TODOS ROCINHA, MORRO DO ALEMÃO, LEBLON, IPANEMA, ENCANTADO, ABOLIÇÃO, IRAJÁ, BANGU, ONDE FOR, SOMOS TODOS CARIOCAS QUE SÓ QUEREMOS PAZ,... PAZ....... COMO IRÃO APELIDAR ESTE MER.....D...... NÃO INTERESSA, SÓ INTERESSA A QUEM GANHA DINHEIRO COM ISTO. ALGUÉM POR FAVOR DEFENDA O RIO DE JANEIRO, OS CARIOCAS, AS FAMILIAS, E QUEM QUISER SAIR DA DROGA TEM QUE PROCURAR POR FORÇA PROPRIA VENCER COM FÉ E APOIO DA SOCIEDADE, ... O ENGRAÇADO QUE O PESSOAL DO Afro regge vive de carro blindado, segurança, e faz um trabalho de enorme propaganda...Onde estavam que não foram negociar com o pessoal do tal vagabundo???? Não sei. Não quero dizer que não sejam legais.... Podem até ser.... não posso opinar daquilo que não vi.... mas por favor ajudem o Rio a ter paz e não divulguem estas opiniões furadas, conversa de botiquem e não de estudioso do direito.... Se for para tratar de direito penal moderno... pensem e criem e não copiem. Ah! morar na favela, sim, porque comunidade é coisa que um pessoalzinho que vai aos domingos a passeata na praia, e depois enche o pote de chope... quem pode pode.... mas nós cariocas comuns, é dia e noite convivendo com a morte de pessoas inocentes por tiro de fuzil, fuzil,.... fuzil....então ficar com dó de marginal porque o apelido não agrada.... não ajuda só estraga... Me desculpem pelo desabafo é que aqui no Rio não se aguenta mais.... Pra se ter uma ideia o data folha todos sabem afirma em pesquisa que entre 10 cariocas 7 desejam ir embora do rio ou seja sair de suas casas, de suas referencias, dos amigos, das escolas das crianças, do trabalho, de uma vida inteira largar para trás e recomeçar onde? Um idoso pode recomeçar onde? uma criança com a vida dilacerada pela violencia, um pai uma mãe mudar para onde? Viver do que se tudo esta aqui no Rio onde nascemos e sempre fomos sinonimo de alegria e paz!! Reflitam não sobre o aqui escrito, mas em como vamos viver assim, Já pedimos licença ao vagabunda, não mais a prefeitura ou Estado. Policia tá pedindo socorro, Juiz anda de carro blindado e todo conforto,. Ah esqueci que andamos de onibus lotado, em que o tal barata, cabral, pezão, e todos os políticos presos chamam de Sr, Barata o rei do onibus..... o dono das latas que nos colocam todos os dias... PEDIMOS DESCULPAS AOS BANDIDOS E AGORA OS CHAMAMOS DE SR. SIM SR..... Brincadeira, quem não gostar do que digo vai agora no complexo do alemão, na rocinha, em irajá onde for camarista meyer, enfim entra numa favela sem ser morador e até mesmo sendo morador... e sair vivo , volta e posta a foto com vagabundo,,,,, só sendo amigo deles... dai é mole..... vida que segue.... e o negócio e meter o pé mesmo daqui. ... peço desculpas não quero ofender ninguém.... nada disto... apenas o carioca não aguenta mais todo mundo opinando e teorizando direito daquilo e disto.. Brasileiro tem mania de discutir a lei! Qualquer um agora interpreta a lei e constituição e resolve e posta.... Primeiro vamos cumprir a lei... advogado que defende bandido, tem respeito se for advogado, agora se for parceiro para nós carioca tambpem chamos de bandido e membro de oorcrim.... É isto ai. Não precisa zangar... Só penso para que pensem nas vitimas seja de que lado for... o torna o sujeito criminoso é o fato praticado... abraço...
Fabrício Queiroz, Empregado Doméstico Diarista
Fabrício Queiroz
Comentário · há 4 anos
"Já parou para pensar que a partir do momento em que rotulamos uma pessoa por praticar um crime (bandido, ladrão, traficante, assassino, …), transformando-a em algo que muitas vezes ela não é, estamos influenciando diretamente na transformação dela naquilo que afirmamos que ela é?" Partindo desse princípio então devemos chamá-los de vossa excelência para influenciá-los a serem juízes? Doutores para influenciá-los a serem médicos? To rindo aqui rsrs "Dentre os vários pontos em que necessitamos melhorar (no que se refere ao direito penal), está o fim da estigmatização de uma pessoa por praticar (e ser flagrado praticando) uma conduta contrária à lei." Se pratica um crime, age contrário a lei e se torna um criminoso. Ponto. Assim como quem faz jardinagem é um jardineiro, quem pratica medicina é um médico, quem faz tráfico de drogas é um traficante, quem comete um homicídio é um assassino e quem estupra é um estuprador. Qual a dificuldade em entender que são as escolhas das pessoas que fazem com que elas sejam "rotuladas" futuramente? Não são os "rótulos" que as tornam o que elas são, pois, os "rótulos" só vem após os atos e nunca antes. "Depois de tanto ser chamada de “bandido” a pessoa realmente assume essa condição. Se todos dizem deve ser pelo fato de que realmente é." É sério isso? Você reproduziu mesmo esse texto? Por favor, esses estudiosos devem tirar a bunda da cadeira, sair de trás da mesa e da sala com ar condicionado e ir aprofundar os estudos in loco, conversar com criminosos e descobrir a realidade de uma favela, de uma periferia. Lá ser chamado de bandido, ladrão, 157 é sinônimo de fama, status, digno de reverências pelos amigos e comparsas. Parem de dizer que a sociedade instiga o criminoso a cometer tal ato o vitimizando e o tratando como se ele não fosse responsável pelas próprias escolhas, como se aqueles que tiveram a má sorte de encontrar com ele esporadicamente seja por motivos profissionais ou por ser uma vítima dele é quem o convencem de ser algo que ele não é. Isso é ridículo e beira a insanidade. Um bandido assume esse "rótulo" muito antes de ser "estigmatizado" dessa maneira após ser flagrado cometendo um crime. E tem total conhecimento e em muitos casos orgulho dessa situação. "Todos que estão dentro dos presídios, independente das histórias individuais que os levaram a estar onde estão, são integrantes da sociedade em que vivemos, são, acima de tudo, humanos e dignos dos mesmos direitos fundamentais destinados a nós, que não estamos lá dentro…" Esqueceu de falar que eles também tem OS MESMOS DEVERES. Entre eles trabalhar para prover o próprio sustento. "Uma direção sob efeito de álcool ou outra substância que cause dependência; um momento de perda de controle emocional; ou uma pensão alimentícia não paga é o suficiente para fazer com que você, “pessoa de bem”, se torne um “bandido”." "Qto a comparação, nem falo nada, pois impossível a comparação." (Resposta sua adaptada rsrs) Comparar um cara que não paga pensão seja lá qual for o motivo com um cara que compra ou rouba uma arma e enfia na cabeça de uma pessoa para assaltá-la ou que até mesmo comete um homicídio é impossível, eu diria que é ridículo. Caso queira argumentar ofereço-lhe um desafio. Pegue uma arma e mate um cachorro, pode ser cachorro de rua mesmo, vira-lata. Se conseguir matar um animal, um cachorro que não é o seu e não existe nenhum vínculo entre vocês sem sentir um pingo de remorso, eu aceito a sua comparação. Caso contrário você vai descobrir, porque pelo texto você ainda não sabe, que o nível de crueldade/maldade necessário para roubar uma pessoa e até mesmo atirar em uma, é absurdamente incomparável ao nível de crueldade/maldade do cara que deixa de pagar uma pensão ou bebe e vai dirigir. "Você não entende que estudar o crime e o criminoso, buscando entender os fatores que levam à prática criminosa e, consequentemente, saber onde agir para evitar novos crimes é pensar na vítima?" Não! Não é pensar na vítima. Pensar na vítima seria fazer com que o criminoso não voltasse a cometer o mesmo ou outros crimes com ou sem o consentimento dele, evitando assim novas vítimas que são o que realmente importa. Pensar na vítima é pensar no cidadão de bem, trabalhador, a possível vítima. É evitar que o cidadão se torne vítima, retirando o criminoso de circulação e evitando que cometa crimes. É pensar na educação, saúde e segurança providas à sociedade e evitar que um cidadão se torne o criminoso. E isso não se faz estudando crime e muito menos criminoso. Estudá-lo após ele ter cometido tais atrocidades não é e nunca vai ser pensar na vítima. Enquanto vocês estudam os crimes e os criminosos, as vítimas estão em casa passando necessidade sem seus bens que trabalharam tanto para conquistar e muitas vezes até sem os seus parentes e não estão se preocupando se aqueles que os vitimaram estão ou não sendo tratados como "deveriam". Chamá-lo de criminoso, bandido, ladrão ou qualquer outra coisa, após ele ter cometido um crime não vai torná-lo mais ou menos qualquer coisa. Trata-se do tratamento merecido por ele e resultado de suas próprias escolhas. É preciso parar de tratar o todo como se fosse um e começar a tratar o um separadamente do todo. Cada trabalhador, vítima, criminoso ou seja lá qual for a classificação deve ser tratado como único e responder pelos seus atos por sua própria responsabilidade. Deve sim haver pesos e medidas diferentes, pois, aquele que tira uma vida merece um tratamento muito, mas muito diferente daquele que deixa de pagar uma pensão.
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